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Lojistas perdem R$ 2 bilhões com Covid-19 em Minas, e arrecadação de ICMS pode cair R$ 7,5 bilhões

25/03/2020



   

O novo coronavírus já começa a impactar a economia de Minas Gerais. Segundo levantamento da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), o comércio da capital apurou um prejuízo de R$ 2,09 bilhões neste mês. Já o governo de Minas estima perdas de R$ 7,5 bilhões com a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), enquanto a Federação das Indústrias do Estado (Fiemg) prevê um corte de 2 milhões de postos de trabalho neste ano.

Antes da chegada do vírus ao Brasil, a CDL-BH estimava que o faturamento do setor, que inclui os prestadores de serviços, seria de R$ 4,6 bilhões. Mas as rígidas mudanças no dia a dia do belo-horizontino, aconselhado a ficar em casa, e o fechamento da maioria das empresas, desde o último fim de semana, alteraram esta cifra.

Agora, os comerciantes vão fechar março com faturamento de R$ 2,51 bilhões.

O montante só não é menor porque o setor funcionou normalmente até os decretos do prefeito Alexandre Kalil e do governador Romeu Zema entrarem em vigor. “A queda não será maior, pois tivemos duas semanas de vendas normais no mês de março. Além disso, os supermercados e drogarias não apresentaram uma grande perda”, disse o presidente da CDL-BH, Marcelo de Souza e Silva.

Os empresários entrevistados relataram que em média vendem em dias normais um montante de R$ 6.950,62. Em consequência da pandemia do novo coronavírus, afirmaram que estão perdendo um montante de R$ 4.585,59 em vendas/dia.

A pesquisa ouviu 413 empresários, dos quais 99% disseram que seus negócios foram impactados. A projeção para os próximos meses assusta: 63,4% acreditam num prejuízo nas vendas muito alto. Outros 16,9%, alto. “O percentual médio de prejuízo nas vendas pode chegar a 65% segundo o levantamento”, lamentou Souza e Silva.

A situação também deixa Walter Resende, dono de uma lanchonete no bairro Padre Eustáquio, região Noroeste de BH, chateado. “As vendas caíram cerca de 80%”, calcula o lojista, que precisou adotar nova estratégia para reduzir as perdas. Ele inscreveu o estabelecimento, há 12 anos em funcionamento, em aplicativos de entrega.

O movimento na lanchonete de Resende sempre foi bom. Mas após a pandemia do coronavírus, os clientes sumiram. “Estão pingando. Devemos começar o delivery em breve”.

Vizinho dele, o dono de um bar que prefere o anonimato torce para a pandemia acabar antes do previsto pelas autoridades públicas: “Vendi R$ 300 na segunda-feira, dia em que o faturamento gira em torno de R$ 1,2 mil. Quer dizer: um quarto do que tiraria num dia normal”.

“Para reduzir os efeitos econômicos da pandemia, estamos trabalhando junto às esferas governamentais, solicitando a concessão de prazos maiores para pagamento de tributos”, acrescentou Souza e Silva.

ICMS

Em coletiva ontem, o governador de Minas, Romeu Zema (Novo), afirmou que, no pior cenário, as perdas de ICMS em Minas podem chegar a R$ 7,5 bilhões, três vezes superior ao previsto inicialmente.

Ele informou já ter solicitado à Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) medidas para que as ações do Executivo sejam adequadas a este novo cenário, caso ele se realmente se confirme.

O secretário Otto Levy (Planejamento) lembrou que o montante equivale a duas folhas de salários do funcionalismo estadual.

Insatisfação

Lideranças de classe e executivos de grandes redes já defendem que governadores e prefeitos revejam medidas no combate à pandemia.
“Estou preocupado com a paralisação total da sociedade. A sociedade precisa de um mínimo para se alimentar. Se a indústria alimentícia para, como vamos nos alimentar?

O que estamos vendo hoje é várias prefeituras encerrando totalmente as atividades, decretando toque de recolher. Isso, na nossa leitura, é um erro enorme”, disse o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, que foi infectado pelo coronavírus em viagem com a comitiva de Jair Bolsonaro aos Estados Unidos.

Estudo da Fiemg divulgado ontem mostra que “Minas pode fechar o ano de 2020 com a perda de 2,02 milhões de empregos formais, considerando a paralisação quase total das atividades produtivas em um período 30 dias”.

Em vídeo que gerou polêmica nas redes sociais no início da semana, Júnior Durski, dono do Madero e de outros restaurantes que empregam em torno de 8 mil pessoas, disse que “o Brasil não pode parar dessa maneira, o Brasil não aguenta. Tem que ter trabalho, as pessoas têm que produzir, têm que trabalhar. O Brasil não tem essa condição de ficar parado assim”.


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Fonte: EM



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