-

Parceiros e convênios Sinconsete
SINCONSETE
SINCONSETE
SINCONSETE

Greve dos caminhoneiros provoca rombo nos cofres públicos

06/06/2018



   

As fábricas paradas em Minas Gerais ao longo das duas semanas em que os caminhoneiros protestaram contra o aumento do preço do diesel representaram um rombo de R$ 530 milhões na arrecadação estadual por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Levantamento da Fiemg mostra que apenas na indústria, o impacto da crise nos cofres públicos com perda de arrecadação ultrapassou a marca de meio bilhão, o que mostra que o impacto pode ter sido muito maior, considerando comércio, serviços e o agronegócio.

A crise pegou todo o tecido econômico mineiro. Na primeira semana foi registrada uma perda de R$ 302,8 milhões em arrecadações de ICMS. Até o dia 31 de maio – quinta-feira da semana passada, quando o movimento já se reduzia na maior parte do país – esse montante alcançou a marca de R$ 530 milhões em ICMS não arrecadado. Esses recursos deixam de ser devolvidos para a sociedade mineira, explica Guilherme Leão, superintendente de Ambiente de Negócios da Fiemg.

A entidade avalia que a retomada da normalidade na produção industrial deve variar para cada setor, mas em média as empresas levam cerca de 15 dias para voltar às atividades integralmente.

Produção parada não se recupera. Aquilo que ficou parado foi perdido. Em algumas fábricas que foram mais atingidas vai levar cerca de 15 dias para normalizar a atividade. Em outras, principalmente aquelas ligadas a produção animal, onde as perdas foram ainda mais significativas, talvez a retomada seja mais demorada, avalia Flávio Roscoe.

Confiança abalada O presidente da Fiemg alerta também para o impacto que a crise gerada pelo desabastecimento teve na expectativa e confiança dos empresários. O maior impacto dessa greve foi no ânimo geral. Atingiu o ânimo de se investir e produzir, o impacto disso é impossível de ser prever. O resultado pode ser uma piora ainda maior ao longo do ano ou esse desânimo pode amenizar, caso as respostas (no campo político) sejam positivas”, aposta Roscoe.

O empresário criticou medidas tomadas pelo governo federal para resolver a crise com os caminhoneiros e afirma que o setor industrial do país foi o mais atingido com as ações de reoneração aprovadas no Congresso. O texto sancionado pelo presidente Michel Temer (MDB) em acordo com os caminhoneiros para acabar com a greve prevê a reoneração da folha de pagamento de 39 setores da economia. Os recursos arrecadados serão usados para compensar parte do impacto da redução no valor do litro do óleo diesel nas refinarias.

Com as ações que foram feitas o governo retira a competitividade das empresas. Economicamente foram medidas péssimas. A próxima crise vai ser de outro setor e, se a reação for a mesma, vamos novamente transferir a conta para a sociedade. E vai se criar um ciclo de chantagem econômica. Os setores que tiveram maior condição de fazer pressão no governo vão conseguir maiores benesses, critica Roscoe.


Clique na imagem para ampliar.


     


Fonte: EM



Menu cadastros



     




[« Voltar]   [Pagina inicial]
-  -

BAse refetente as cidades:

Araçai, Baldim, Conceição de Mato Dentro, Cachoeira da Prata, Congonhas do Norte, Cordisburgo, Corinto, Capim Branco, Caetanópolis, Diamantina, Datas, Funilandia, Fortuna de Minas, Felixlândia, Gouveia, Inimutaba, Inhaúma, Joaquim Felício, Jequitibá, Morro da Garça, Matozinhos, Monjolos, Presidente Juscelino, Presidente Kubitsckek, Pompeu, Paraopeba, Prudente de Morais, Sete Lagoas, Santana de Pirapama, Santana do Riacho, Santo Hipólito, Três Marias e Virgem da Lapa

Sindicato dos Contabilistas de Araçai, Sindicato dos Contabilistas de Baldim, Conceição de Mato Dentro, Sindicato dos Contabilistas de Cachoeira da Prata, Sindicato dos Contabilistas de Congonhas do Norte, Sindicato dos Contabilistas de Cordisburgo, Sindicato dos Contabilistas de Corinto, Sindicato dos Contabilistas de Capim Branco, Sindicato dos Contabilistas de Caetanópolis, Sindicato dos Contabilistas de Diamantina, Sindicato dos Contabilistas de Datas, Sindicato dos Contabilistas de Funilandia, Sindicato dos Contabilistas de Fortuna de Minas, Sindicato dos Contabilistas de Felixlândia, Sindicato dos Contabilistas de Gouveia, Sindicato dos Contabilistas de Inimutaba, Sindicato dos Contabilistas de Inhaúma, Sindicato dos Contabilistas de Joaquim Felício, Sindicato dos Contabilistas de Jequitibá, Sindicato dos Contabilistas de Morro da Garça, Sindicato dos Contabilistas de Matozinhos, Sindicato dos Contabilistas de Monjolos, Sindicato dos Contabilistas de Presidente Juscelino, Sindicato dos Contabilistas de Presidente Kubitsckek, Sindicato dos Contabilistas de Pompeu, Sindicato dos Contabilistas de Paraopeba, Sindicato dos Contabilistas de Prudente de Morais, Sindicato dos Contabilistas de Sete Lagoas, Sindicato dos Contabilistas de Santana de Pirapama, Sindicato dos Contabilistas de Santana do Riacho, Sindicato dos Contabilistas de Santo Hipólito, Sindicato dos Contabilistas de Três Marias e Sindicato dos Contabilistas de Virgem da Lapa.

SINCONSETE/MG

SINDICATO DOS CONTABILISTAS, CONTADORES, TÉC. EM CONTABILIDADE E DE EMPREGADOS EM ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE, AUDITORIAS E PERÍCIAS CONTÁBEIS DE SETE LAGOAS E REGIÃO – SINCONSETE/MG, CNPJ nº 21.012.943/0001-04. CODIGO SINDICAL: 921.012.188.01315-7

ATENDIMENTO

Rua João Andrade, 453, São Geraldo, Sete Lagoas- MG CEP 37.700-178 / Horário 7:00 as 11:00 e 12:30 as 17:00 de Seg. a Sex.
E-mail sindicato_dos_contabilistas@yahoo.com.br / -
Telefone(s):(31) 3771-9873 Geraldo Ramos




SEDE SOCIAL / SALÃO DE EVENTOS

Rua Espinosa, 385 Padre Teodoro - MG CEP 35.702-122







..

Desenvolvido por: Geraldo junio - 8808-3206 - ops_gerald@yahoo.com.br