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Indústria prevê perdas com taxa dos EUA

10/05/2018



   

Com operações nos patamares de 2005, em termos de vendas, e de 2013, em relação à produção, a indústria siderúrgica nacional pode amargar perdas ainda maiores se a imposição da taxa de 25% sobre a importação de aço pelos Estados Unidos, que responde por um terço das vendas externas do produto pelo Brasil, for mantida.

Simulações feitas pelo Instituto Aço Brasil (Aço Brasil) indicam que a redução da exportação de semiacabados para os Estados Unidos, que responde por 80% do total das remessas brasileiras para as usinas norte-americanas, pode ser da ordem de 7%. No caso dos produtos acabados (que representam 20% dos embarques para os Estados Unidos), como laminados a quente, laminados a frio e tubos, por exemplo, a queda pode variar de 20% a 60%, dependendo do produto.

O rombo para a indústria brasileira do aço, neste caso, seria grande, considerando que cerca de 33% das exportações nacionais de produtos siderúrgicos vão para os Estados Unidos. Temos que aguardar o decreto do presidente norte-americano, Donald Trump, frisou o presidente do Conselho Diretor do Aço Brasil, Alexandre Lyra, ontem, em seminário com jornalistas, no complexo industrial da Vallourec Soluções Tubulares do Brasil, em Belo Horizonte.

Os representantes do Aço Brasil pediram sigilo sobre os detalhes das negociações com o governo dos Estados Unidos, mas o que já se sabe publicamente até agora é que a proposta estadunidense para semiacabados é que o limite das remessas seja estabelecido por uma cota calculada a partir da média das exportações brasileiras para os norte-americanos entre 2015 e 2017. No caso dos produtos acabados, a cota é definida pela mesma fórmula, menos 30%.

Fizemos simulações pegando estas médias e comparando com as exportações para os Estados Unidos em 2017. No caso dos semiacabados, a queda da média em relação a 2017 é de 7%, índice que pode ser revertido porque vai faltar aço lá e eles vão bater na porta do Brasil. No que diz respeito aos acabados, estimamos quedas que variam de 20% a 60% para cada grupo de produtos. Isso é uma penalização”, disse o presidente do IABr, Marco Polo de Mello Lopes.

De qualquer forma, o fechamento do mercado norte-americano também pode causar outros desvios de comércio. É que uma vez fechado, a tendência é de que muitos países produtores de aço, inclusive o Brasil, direcionem suas vendas externas para a União Europeia, que também sinaliza com movimentos de fechamento de mercado, ou para o Oriente Médio e África.

O que não conseguirmos vender nos Estados Unidos poderia ser direcionado para a Europa. Mas a Europa está se fechando também e já está usando mecanismos de salvaguarda. Isso quer dizer que não vai ter alternativa para o que não for exportado para os norte-americanos. Para a Ásia não tem como exportar porque a China está lá, com um excedente da ordem de 400 milhões de toneladas de aço por ano. Vai sobrar o Oriente Médio e a África, que não são mercados desenvolvidos em termos de aço e todos os outros países vão tentar fazer a mesma coisa”, analisou Carlos Lyra.

Somente Estados Unidos e Europa respondem, juntos, por 51% das exportações siderúrgicas nacionais. A taxação de 25% do aço brasileiro no mercado norte-americano é tão importante para o setor, que as próprias previsões do IABr para o fechamento deste ano podem ser alteradas, para baixo, caso o resultado das negociações em curso com os Estados Unidos seja negativo. Até agora, para 2018, o instituto projeta um aumento das vendas internas de aço de 6,6%, um crescimento de 8,6% na produção e uma evolução de 6,9% no consumo aparente na comparação com 2017.

Proteção - A decisão dos Estados Unidos foi tomada com base na Seção 232, no começo de março, sob o argumento de que as importações de aço constituem uma ameaça à segurança do país. Depois, na semana passada, o presidente Donald Trump retirou o Brasil da lista dos países taxados, mas, na última segunda-feira, voltou atrás novamente.

A medida é uma forma de os norte-americanos protegerem sua indústria siderúrgica e seus trabalhadores diante da ameaça do excesso de capacidade de produção de aço no mundo, da ordem de 735 milhões de toneladas, sendo 405 milhões de toneladas só na China


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Fonte: Diário do Comércio



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